
Introdução e Contexto:
* Parábolas foram contadas para ilustrarem uma verdade usando fatos do dia-a-dia na Palestina: Coisas terrenas para falar das eternas; Mutáveis para falar das imutáveis; visíveis para falar das invisíveis; humanas para falar das espirituais.
* Texto anterior salienta a necessidade da perseverança na oração. Este texto mostra como a oração deve ser regulada.
* 1º - Exposição do texto e 2º - aplicação (legalismo e graça)
* Explicar quem são os fariseus e publicanos (verso 10).
1 – O Senhor Jesus adverte o pecado de confiar na sua própria justiça (vs 9):
· Pecado original: Adão
· Ídolos do coração: adoramos a nós mesmos (orgulho, egoísmo, bajulação a nós
mesmos)
2 – O Senhor Jesus condena a oração do fariseu porque (vs 11-12):
· Não demostrava confissão, culpa, súplica, ação de graças. Era centrada nele mesmo.
· Ele é mortal como os outros homens, rouba a glória de Deus, é injusto por ser pecador
e condenado por Deus e adúltero espiritualmente (11).
· Aceitação de Deus por esforço próprio baseado na obediência a lei sem considerar o
coração pecaminoso (12).
3 – O Senhor Jesus recomenda a oração do publicano (vs 13):
· Misericórdia (desejo de); propício; hilastheti; remoção da ira (destrinchar propiciação).
· Foi uma oração verdadeira, pessoal, humilde e de coração
· Ilustração: Salmo 51 e o pecado de Davi. Arrependimento.
4 – O Senhor Jesus foi a justiça do publicano (vs 14):
· A justificação pela Fé exige a plena confiança em Jesus Cristo.
· Pecados perdoados e declarados justos e inocentes no tribunal de Deus (efeito da
doutrina da justificação pela fé)
· Chave da reforma protestante: Martinho Lutero
· “A minha justiça está em Cristo” John Bunyan (puritano, autor de O Peregrino,
autobiografia).
5 – O Senhor Jesus nos chama a humildade como fruto da justificação (vs 14):
· No Reino só cabe glória para Jesus e não para o homem (Somente a Deus a glória)
· Jesus foi o exemplo sublime de humildade (Fil 2:5-11): esvaziamento e glorificação.
· Devemos imitar o Senhor Jesus em humildade (João 13 – humildade implica em
serviço).
Aplicações:
1 – A base (estrutura) do fariseu era o legalismo. O legalismo é uma tentativa orgulhosa de
agradar a Deus com base no mérito próprio, na justiça própria, somente na obediência.
Ensinada na história da igreja por Pelágio (Séc IV). Isto é impossível haja vista que somos
pecadores desde o nascimento. Eles confiam na lei e crêem na verdade, porém não aplicam ao
coração. Verdade sem amor.
2 – O legalismo tem como raiz o orgulho. O orgulho é uma tendência do homem de ser
centrado em si mesmo sendo assim egoísta.
“A religião movida pela força de vontade quase sempre fracassa e, mesmo que tenha sucesso,
obtém glória para si mesma e não para Deus. Ela produz legalistas rigorosos, não pessoas que
amam” John Piper
“O orgulho é como descascar cebola” Jonathan Edwards, puritano. Por causa das camadas
profundas.
3 – O orgulho torna as pessoas críticas. Tendem a ver mais o negativo do que o positivo. Se
tornam mais ácidos na igreja do que edificadores e transformadores de vidas. O orgulho é um
impedimento para amar o próximo. O legalista é preso em si mesmo incapaz de olhar o outro.
Ama a verdade mas não ama o próximo. O orgulho é a mola propulsora para julgar o
próximo. Olha para o próximo como se fosse incapaz de cair no mesmo pecado. Tg 2:13.
4 – A humildade é fruto da justificação pela fé, obra da graça de Deus (Ef 2:8) para a glória
somente Dele. A graça de Deus transforma o coração orgulhoso do indivíduo pela fé em
Cristo em um coração que ama e é humilde, quebrantado. “Quer ser humilde? Medita na
graça” Franklin Ferreira. Quando meditamos na graça, sabemos que nada merecemos e que
não somos nada portanto a conseqüência é uma postura de humildade, compreensão e
compadecimento com o próximo. Jonathan Edwards diz que a humildade é a sublime virtude
recomendada pelo Senhor Jesus. Indicação de livro: “Humildade” C.J Mahaney : Editora Fiel. www.editorafiel.com.br
* Parábolas foram contadas para ilustrarem uma verdade usando fatos do dia-a-dia na Palestina: Coisas terrenas para falar das eternas; Mutáveis para falar das imutáveis; visíveis para falar das invisíveis; humanas para falar das espirituais.
* Texto anterior salienta a necessidade da perseverança na oração. Este texto mostra como a oração deve ser regulada.
* 1º - Exposição do texto e 2º - aplicação (legalismo e graça)
* Explicar quem são os fariseus e publicanos (verso 10).
1 – O Senhor Jesus adverte o pecado de confiar na sua própria justiça (vs 9):
· Pecado original: Adão
· Ídolos do coração: adoramos a nós mesmos (orgulho, egoísmo, bajulação a nós
mesmos)
2 – O Senhor Jesus condena a oração do fariseu porque (vs 11-12):
· Não demostrava confissão, culpa, súplica, ação de graças. Era centrada nele mesmo.
· Ele é mortal como os outros homens, rouba a glória de Deus, é injusto por ser pecador
e condenado por Deus e adúltero espiritualmente (11).
· Aceitação de Deus por esforço próprio baseado na obediência a lei sem considerar o
coração pecaminoso (12).
3 – O Senhor Jesus recomenda a oração do publicano (vs 13):
· Misericórdia (desejo de); propício; hilastheti; remoção da ira (destrinchar propiciação).
· Foi uma oração verdadeira, pessoal, humilde e de coração
· Ilustração: Salmo 51 e o pecado de Davi. Arrependimento.
4 – O Senhor Jesus foi a justiça do publicano (vs 14):
· A justificação pela Fé exige a plena confiança em Jesus Cristo.
· Pecados perdoados e declarados justos e inocentes no tribunal de Deus (efeito da
doutrina da justificação pela fé)
· Chave da reforma protestante: Martinho Lutero
· “A minha justiça está em Cristo” John Bunyan (puritano, autor de O Peregrino,
autobiografia).
5 – O Senhor Jesus nos chama a humildade como fruto da justificação (vs 14):
· No Reino só cabe glória para Jesus e não para o homem (Somente a Deus a glória)
· Jesus foi o exemplo sublime de humildade (Fil 2:5-11): esvaziamento e glorificação.
· Devemos imitar o Senhor Jesus em humildade (João 13 – humildade implica em
serviço).
Aplicações:
1 – A base (estrutura) do fariseu era o legalismo. O legalismo é uma tentativa orgulhosa de
agradar a Deus com base no mérito próprio, na justiça própria, somente na obediência.
Ensinada na história da igreja por Pelágio (Séc IV). Isto é impossível haja vista que somos
pecadores desde o nascimento. Eles confiam na lei e crêem na verdade, porém não aplicam ao
coração. Verdade sem amor.
2 – O legalismo tem como raiz o orgulho. O orgulho é uma tendência do homem de ser
centrado em si mesmo sendo assim egoísta.
“A religião movida pela força de vontade quase sempre fracassa e, mesmo que tenha sucesso,
obtém glória para si mesma e não para Deus. Ela produz legalistas rigorosos, não pessoas que
amam” John Piper
“O orgulho é como descascar cebola” Jonathan Edwards, puritano. Por causa das camadas
profundas.
3 – O orgulho torna as pessoas críticas. Tendem a ver mais o negativo do que o positivo. Se
tornam mais ácidos na igreja do que edificadores e transformadores de vidas. O orgulho é um
impedimento para amar o próximo. O legalista é preso em si mesmo incapaz de olhar o outro.
Ama a verdade mas não ama o próximo. O orgulho é a mola propulsora para julgar o
próximo. Olha para o próximo como se fosse incapaz de cair no mesmo pecado. Tg 2:13.
4 – A humildade é fruto da justificação pela fé, obra da graça de Deus (Ef 2:8) para a glória
somente Dele. A graça de Deus transforma o coração orgulhoso do indivíduo pela fé em
Cristo em um coração que ama e é humilde, quebrantado. “Quer ser humilde? Medita na
graça” Franklin Ferreira. Quando meditamos na graça, sabemos que nada merecemos e que
não somos nada portanto a conseqüência é uma postura de humildade, compreensão e
compadecimento com o próximo. Jonathan Edwards diz que a humildade é a sublime virtude
recomendada pelo Senhor Jesus. Indicação de livro: “Humildade” C.J Mahaney : Editora Fiel. www.editorafiel.com.br


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