Quarta-feira, Outubro 25, 2006

053: O DEVER CRISTÃO DA OBEDIÊNCIA AOS PAIS

Leitura:

Efésios 6: 1-3


“1 Filhos obedeceis a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. 2 Honra a teu pai e tua mãe que é o primeiro mandamento com promessa,3 para que vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.”

Introdução:

Vivemos em uma sociedade chamada de pós-modernidade entre os estudiosos. Esta é caracterizada pelo relativismo, individualismo, subjetivismo e consumismo contrapondo valores absolutos. Satanás tem investido forças usando essas filosofias para disseminar ensinamentos contrários a revelação de Deus na sua Palavra. E essa empreitada tem atingido a família, célula mãe da sociedade, instituída por Deus na criação e potencialmente uma encarnação e expressão viva do evangelho da graça de Deus. A crença cristã não pode ser separada da prática de vida.

O Apóstolo Paulo escreveu essa carta entre 60 e 62 d. C. aprisionado em Roma, cujo foco é o mistério da Igreja, uma comunidade aonde o poder de Deus atua reconciliando pessoas para si mesmo através da obra de Cristo gerando relacionamentos transformados. Essa igreja, foi fundada e liderada por ele durante anos como está na narrativa de Atos 18:24 – 20:38.

No capítulo 1,Paulo ensina sobre os propósitos de Deus na salvação dos santos, no capítulo 2 a transição do pecado para graça, no capítulo 3 a reivindicação do seu apostolado e no capítulo 4 a unidade da Igreja de Cristo. Nos capítulos 5 e 6, a ênfase está nos frutos da luz em detrimento das obras das trevas. No capítulo 5, versos 22 à 33, Paulo compara o relacionamento de maridos e esposas com Cristo e a igreja. O texto exposto essa noite trata do relacionamento de filhos com os pais e o capítulo 6 verso 4 trata do relacionamento do pai com o filho.

Éfeso era uma cidade cosmopolita na Ásia menor atual Turquia, cheia de religiosidade com o culto a deusa Diana, sendo a deusa da caça segundo a mitologia grega, semelhante em alguns aspectos como a percepção de mundo nos grandes centros urbanos.

O tema central da passagem é o dever cristão da obediência aos pais. Mas ai você me pergunta: Pastor, essa passagem não se dirigia as crianças somente? Eu diria em parte sim, havia a possibilidade de Paulo ter se dirigido a crianças naquela congregação. Os filhos tem como responsabilidades levar adiante o plano de Cristo de trazer a unidade a raça humana. Porém ela tem aplicações muito relevantes para as nossas vidas hoje, como veremos mais adiante o porque da obediência e da submissão.



Em primeiro lugar, devemos obedecer aos pais porque é justo.

Porque é certo, é correto conforme a lei de Deus. Ele tem o seu caráter santo e revela isso em seus mandamentos (Lv 11:44 – “sedes santos porque eu sou santo” ARA). Mas o ser humano tem dificuldades com a submissão porque o coração e a natureza, o fazem ser arrogante, orgulhoso, prepotente, ambicioso, e egoísta e isso gera dificuldade em estar sob comando de outra pessoa, por causa do efeito da desobediência e da queda de Adão e Eva no jardim do Éden, do pecado original que tem como conseqüência a depravação total e o desespero humano. Mas a salvação pela graça nos impulsiona a obediência cristã. Até as crianças necessitam dessa salvação, Pr. Russell Shedd diz que vê em crianças com menos de um ano de idade uma vontade que vai de contra a vontade de seu pai e essa vontade deve ser colocada em submissão pelo evangelho que redimi o coração do indivíduo e o potencializa para obedecer o Senhor.

Em segundo lugar, devemos obedecer aos pais porque é mandamento do Senhor.

A obediência dos filhos é decretada por Deus em sua autoridade e soberania! Nos versículos 2 e 3 Paulo está interpretando o 5o mandamento das tábuas da lei de Deus em Êxodo 5:12. A lei cerimonial (os sacrifícios e rituais no templo) e a lei moral (governo teocrático no povo de Israel) foram abolidas no sacrifício de Cristo na cruz do calvário mas a lei moral, os dez mandamentos permanecem para o crente hoje como referencial ético assim como interpretado corretamente por Jesus no sermão da montanha em Mateus 5-7 quando coloca a questão no coração do indivíduo e não na moral em si. Os reformadores e puritanos preocupados com a educação do lar ensinavam na igreja e na escola as crianças acerca dos dez mandamentos. É preciso resgatar isso em nossa época marcada por antinomismo (desprezo por lei, normas e regras) e libertina.

Vamos pedir ajuda aos catecismos reformados para interpretarmos esse mandamento e aplica-lo em nossas vidas. O catecismo menor de Lutero aplica o 5o mandamento da seguinte forma:

“Devemos temer e amar a Deus e portanto, não desprezar nem irritar nossos pais e superiores; mas devemos honra-los, servi-los, obedecer-lhes, ama-los e querer-lhes bem.”

Então Lutero aplica o ponto colocando quem são nossos pais:

“São, pai e mãe (biológicos ou de criação) e todos aqueles que segundo a ordem de Deus nos governam no lar, no país, na escola e na igreja.” Ou seja toda a pessoa que está nos dirigindo de alguma forma devemos como diz o catecismo de Heidelberg “prestar toda honra, amor e fidelidade a meu pai, à minha mãe e a todos os meus superiores; devo submeter-me à sua boa instrução e disciplina com a devida obediência, e também a ter paciência com seus defeitos porque Deus nos quer governar pelas mãos deles”.

Portanto, devemos obedecer como pais as nossas autoridades governantes como em Romanos 13:1, nossos professores, nossos chefes de trabalho e enfim, todas as pessoas que nos governam pela vontade de Deus. Se os desobedecermos, seria como desobedecesse o próprio Deus.

Porém, existe uma exceção. E quando essa autoridade conflitar com a autoridade de Deus? Jesus nos diz daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, porém quando há um conflito a narrativa de Daniel 3 em que seus amigos, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego são lançados na fornalha por obedecerem a Deus e desobedecerem as autoridades da Babilônia e em Daniel 6 qual este vai para a cova dos leões por desobedecer as autoridades e obedecer somente a Deus quando não podia orar a seu Deus e o fazia três vezes ao dia. Quando há o conflito, seja em casa, na escola ou sociedade, permanece a obediência a Deus.



Em terceiro lugar, devemos obedecer aos pais porque tal ato tem seu efeito prático.

O versículo 2b e 3 diz “que é o primeiro mandamento com promessa para que vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra”. Josué 1:8 diz que aquele que medita na lei do Senhor será bem sucedido e próspero em tudo que fizer. Claro que existe o sofrimento naqueles que obedecem o Senhor, mas a obediência tem seu efeito prático. No Antigo Testamento a ênfase das promessas eram temporais e geográficas que se estendiam as barreiras de Canaã, mas em Cristo, na nova aliança, as promessas transcendem as barreiras geográficas e as temporais também embora já experimentamos nessa existência as bênçãos conseqüentes da obediência em nossa fé. Um exemplo na Bíblia de alguém que foi prejudicado por desobediência foi Absalão , filho do Rei Davi. (2 Sm 13-18). Ainda que Davi tenha a sua parcela de culpa pó negligência com sua família, Absalão se revolta contra seu pai (15:1), queria tomar o lugar de seu pai fazendo politicagem (16:15-23), persegue-o (17:24-26) e morre em combate de uma forma irônica , com sua cabelera presa a árvore e atingido (18:6-15). A desobediência pode nos levar a morte.

Conclusão:

Portanto, o evangelho deve gerar em nós um prática de vida de acordo com a obediência ao Senhor e ao próximo. Tanto na família quanto em outros grupos sociais como lares , locais de estudo, trabalho e sociedade, devemos obedecer nossos superiores como nossos pais.

Uma charge que eu li mostra muito bem como o mundo vê essas questões: Uma adolescente diz a sua mãe (não pedindo mas comunicando) que vai sair de férias e curtir a independência mas obriga a sua mãe a financiar a sua independência. O relacionamento cristão seja em que grupo social for deve ser guiado como o jogo de frescobol, que é praticado na praia. Jogamos a bola com a função do outro devolve-la em todas a suas possibilidades e não há ganhador ou perdedor na competição e sim um jogo que todos saem alegres e felizes, porém o mundo empurra um relacionamento como o jogo de tênis em que o objetivo é jogar a bola para o outro não pegar e perder o ponto! É isso que o mundo quer, é isso que o inimigo quer. Mas nós crentes devemos exercer um relacionamento para glória de Deus, em submissão ao próximo!

Que Deus nos abençoe!
Sermão proferido em série sobre famílias na PIB Cosme Velho, IB Centenário em Duque de Caxias e Capela no Seminário do Sul.

Terça-feira, Outubro 24, 2006

052: Crítica ao blog Outra Espiritualidade na perspectiva do ministério pastoral.

Recentemente foi postado no blog Outra Espiritualidade a idéia de que Deus nada tem a ver com o sofrimento. O blogueiro é o Pastor Ed Renê Kivitz, que serve na Igreja Batista de Água Branca na capital paulista e também atua como escritor e conferêncista conhecido nacionalmente. Em sua postagem, o blogueiro narra que: Fiz visitas pastorais a duas mulheres que vestem luto. Lá pelas tantas uma delas disse entre lágrimas: “Deus deve ter as razões dele para levar meu filho, mas está difícil de entender”. Após um silêncio cauteloso e respeitoso, perguntei se ela considerava a possibilidade de Deus não ter tido razão alguma na morte de seu filho. Ela aquiesceu e enxugou os olhos, como quem diz, “é, você tem razão, Deus não tem nada com isso”.
O que está por trás é a crença na teologia relacional ou teísmo aberto, ou seja Deus não conhece o futuro, o futuro está em aberto e nós construímos o futuro com ele. Essa teologia é articulada para tirar de Deus a "culpa" pelo sofrimento humano. Essa teologia tem sido articulada nos E.U.A por Clarck Pinnock, um ex-calvinista e aqui no Brasil por Ricardo Gondim. Inúmeras críticas foram feitas a postagem através da perspectiva teológica e filosófica firmada nas Sagradas Escríturas. Estão elas aqui , aqui, aqui e aqui. Então farei a minha crítica através da perspectiva da prática pastoral. Será que a teologia que está por trás dessa postagem tem alguma relevância para prática pastoral? Escrevo aqui que a minha postagem tem como objetivo análisar a teologia por trás da postagem e não a prática do autor do blog ou sua pessoa. É uma crítica a idéias.

Ao final de sua vida, o famoso pregador batista reformado Charles Spurgeon lidando com os adeptos do método histórico-crítico que abriram mão da inerrância das Escríturas, disse que a teologia deles nada tem a dizer a uma pessoa no leito de morte, pois os expoentes de tal teologia não crê no ato sobrenatural de Deus revelado na Bíblia. Pois é, assim digo o mesmo do teísmo aberto. Negar a soberania de Deus é atribuir o fato ao acaso e tornar Deus um espectador. Crendo na Bíblia como revelação não dá.Escrevendo pastoralmente , não dá para aconselhar abrindo mão da soberania de Deus. Creio que tanto na visitação como no aconselhamento pastoral, a crença na soberania de Deus é extremamente confortadora e consoladora seja qual for a dor do indivíduo. O sofrimento é consequência do pecado original, assim como a morte o é. Porém a graça de Deus revelada em Cristo mostra o amor Dele para nós. E através dessa graça, quem está sofrendo encontra acolhimento nos braços do Pai. Deus tem seus propósitos no sofrimento! É só ler o livro de Jó (que creio ser um acontecimento espaço-temporal), é só ler a Bíblia crendo com a mente e com o coração, em oração. O acaso não tem a última palavra, Deus tem a ver com o sofrimento e tem um propósito para ele. Não estou escrevendo isso da torre de marfim, mas escrevo como quem já enfrentou pesados abismos no sofrimento com perda dos pais quando criança. E como encontrei paz e alegria em Cristo ao saber que não merecia nada e que fui agraciado em ter Cristo revelado a mim pelo pai (Jo 6:44-45), em saber que em tudo Deus guiou minha vida , controlou, protegeu e livrou. A crença na providência de Deus se torna a cada dia mais forte e mais firme quando passamos experiências com o sofrimento. A pergunta não seria por que, mas para que isso aconteceu.

Que Deus, o Todo-poderoso conceda graça a todos nós para sermos firmes na convicção da soberania de Deus em detrimento do teísmo aberto. Deus abençoe a todos os leitores.

Quinta-feira, Outubro 19, 2006

051: Academia da Alma 1

AUTO-INVENTÁRIO SOBRE ENTREGA

“Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, Senhor, Deus da verdade”. (Sl 31:5) O Senhor Jesus Cristo citou essas palavras na cruz segundo a narrativa lucana. Estevão, em Atos 7: 59b também se torna objeto do escrito de Lucas, entregando seu espírito na hora da morte. O texto de salmo 37:5 é um chamado radical de entrega a Deus. A pergunta seria porque entregar-me para Deus? Primeiro, diria porque sou desesperado. O desespero me gera angustia e é conseqüência de meu pecado. O desespero coloca o indivíduo frente ao prazer estético, a busca por uma ideologia, a religião, mas seu desespero nunca é aliviado. Não adianta ser egoísta e não me entregar, não adianta ser orgulhoso e não me entregar. Seguindo o caminho do coração humano cairemos numa armadilha. Tudo é vaidade, já diz o sábio! Em segundo lugar, posso dizer que Nele tenho minha alma e meu ser completamente aliviado. “Vinde a mim vós que estás cansado e oprimido que eu vos aliviarei” (Mt 11:28). Cristo é nosso alívio, na cruz ele carregou o desespero da humanidade. Isso me leva a pensar um terceiro ponto. A entrega vence a morte, como nos versículos no topo da página. A morte se torna um inimigo mortal da humanidade porque gera o vazio em nós, o medo e daí o desespero. Cristo se entregou por nós, Estevão se entregou por Cristo. Será que realmente estamos vivendo uma vida de entrega a Deus? Entrega não é graça barata, é graça preciosa, a graça do discipulado, a graça do seguimento, a graça da entrega, de morrer para si mesmo e nascer para Deus. O nascimento constante, entrega diária. Portanto, não há para onde fugir! Todos são cativos do pecado! Escravos insaciáveis de sua própria vontade. Duas guerras mundiais serviram para provar isso. A entrega é mediante ao sopro do Espírito regenerador que nos lava de nossa imundícia e nos faz nascer de novo! Entrega é mediante a união de Cristo em nós, mediante a confiança no sacrifício e na justificação de Deus.
A conseqüência da entrega é o fruto da esperança! BIBLIOGRAFIA SUGERIDA: BONHOEFFER, Dietrich. Discipulado. São Leopoldo : Sinodal, 2002.
RESUMO SOBRE PUREZA
Primeiro estágio é a purificação. LV 8:22-25. O sangue purificador nos chama a uma vida de seguimento com Cristo. O segundo estágio é a dedicação, LV 8:26-29. Se o elemento foi entregue a Deus, Ele faz de nós o que quer, pertence à Ele. O terceiro momento é a unção, LV 8:30. O óleo lavava o que hoje só pode ser lavado pelo sangue de Jesus, nisso está a unção vinda de Deus. E o ultimo requisito é a meditação, LV 8:31-35, devemos meditar na Palavra de Deus para ouvir sua voz e não ouvir e ser guiado por outras vozes e ser dominado por tendências pagãs.
Ser puro é o desejo de todo ser humano. Alguns sentem-se fracassados como cristãos nessa área.
1 – Ser puro é ter o coração vazio das trevas do eu.
2 – Ser puro é ser livre da tirania do eu dividido.
3 – Ser puro é ter prazer na luz de Deus.
A pureza nos chama a santidade. Esse é o escopo do livro de Levíticos. Uma separação do que é santo e do que é profano. A santidade é: 1 – Um sim a paz, justiça e alegria divina ; Santidade é um compromisso com a retidão pessoal em atendimento aos padrões de Deus; esta retidão inclui o envolvimento com a justiça social como decorrência da justificação pela fé, efetuada em nós por meio da obra e Jesus Cristo. 2 – Devo buscar santidade para mim e não para o outro para não virar farisaísmo. 3 – Eu não me torno mais aceitável para Deus por causa do meu comportamento, isso seria moralismo! 4 – O amor de Deus se manifesta em um mundo real e não idealizado. 5 – A santidade é um processo. Deus exige santidade de nós e para isso temos que nos conhecer e nos auto-anular a cada dia. O auto-conhecimento jamais terá fim nessa existência, mas é o caminho e o alvo é Cristo Jesus, varão perfeito!
Reflexão apresentada em resumo a disciplina Estágio VIII do curso de bacharel em teologia. O curso acadêmia da alma se encontra disponível no link "onde estudo" e também tem vagas abertas pela internet e está sendo ministrado pelo Pr. Israel Belo de Azevedo, da IB Itacuruça. Vale a pena dar uma olhada!

Sexta-feira, Outubro 13, 2006

050: XXII Conferência Fiel para Pastores e Líderes

Nos dias 02 à 06 de Outubro estive na XXII Conferência Fiel para Pastores e Líderes em águas de Lindóia - SP. Foi minha primeira vez no evento, sendo um momento bastante abençoador e edificante para minha caminhada cristã e arrisco dizer para as 1.600 pessoas presentes lá. Na presente postagem arrisco minhas impressões do congresso e qualquer falha de informações é de minha responsabilidade.



Os palestrantes foram Jim Elliff, diretor executivo do F.I.R.E (uma organização de igrejas reformadas independentes) que pregou uma série de sermões sobre segurança para viver e morrer, oferecendo uma proposta bíblica para viver o cristianismo de forma ousada. Elliff se caracterizou pela objetividade de suas colocações.


Tom Ascol é diretor executivo do Fouders (uma organização que promove a fé reformada dentro da convenção batista do sul nos EUA) e envolvido com pastoreio e educação teológica na Florida. Ele pregou uma excelente série sobre o que é cristianismo, evangelho, pastoreio, o pastor como teólogo e defensor da fé.


Solano Portela e Augustus Nicodemus , editores do blog Tempora-Mores, estiveram presentes palestrando sobre crescimento de igreja e tendências do evangelicalismo brasileiro, respectivamente. Solano abordou que a fé reformada advoga pelo crescimento da igreja e que a crença na soberania de Deus não deve fazer com que os pastores se acomodem e que não abracem tendências pragmáticas também. Augustus palestrou sobre as tendências do evangelicalismo, expondo três: teísmo aberto, liberalismo teológico e espiritualidade medieval (encontro com Deus de forma apenas subjetiva sem conhecimento cognitivo das doutrinas reveladas na Palavra de Deus). Adauto Lourenço expôs o criacionismo ciêntifico de maneira bem competente também.


Além disso, a conferência serviu para rever amigos e conhecer novos irmãos na fé que peregrinam na árdua tarefa da vocação cristã gerando encorajamento e edificação através da comunhão.