O título se refere a uma frase dita por um aluno em sala de aula ontem em classe na disciplina de aconselhamento, quando era citada como exemplo do texto pré-requisitado, a crise do seminarista quando vem da igreja com a fé "protegida" e rompe com o seminário. O aluno se referia aos 3 reformados da classe (tinha 4 mas ele não sabia, rsrsrs) do qual faço parte. Mal sabia ele que eu me tornei Calvinista depois de uma crise espiritual e intelectual no meu 1o ano de seminário. Tudo bem, admito que já era um calvinista em potencial, mas precisei passar pela crise para Deus confirmar minha eleição e conversão, Ele o quis assim, rsrs!
Depois da aula, fui a parme comer pizza de calabresa com guarana Kuat em companhia de meu colega de turma Nagel, do blog "Lado B da minha mente", um dos calvinistas também (estava uma delícia, oregano, azeite, catchup, hum.....) e ele refletia sobre a incoerência dos neo-liberais em sua hermenêutica. Eles fazem uma leitura bíblica reader response cujo sentido do texto sagrado está no leitor (com todos os seus paradgimas) e não no autor como defende o método gramático-histórico. Os neo-liberais também re-interpretam as doutrinas centrais da fé cristã, dando a elas um significado outro, que não seu original, por exemplo, dizer que a ressurreição de Cristo foi apenas na tradição dos discípulos e da igreja primitiva e não aconteceu no tempo e no espaço e é indiferente para fé. Fé em que afinal? No vazio? Fé na fé? Perceberam a falacia e a incoerência hermenêutica? Se Cristo não ressucitou não é vã a nossa fé?
Então! Os liberais clássicos expõe suas convicções com clareza (pois rompem com tudo) e sofrem consequências com isso, mas os neo-liberais são diferentes, querem re-interpretar e dar um novo significado a partir de paradigmas da pós-modernidade com todo relativismo e subjetivismo a fim de anular qualquer conceito absoluto de verdade. Para eles teologia é escrita a lápis (frase que escuto toda hora no seminário). Mas são incoerentes na sua teologia e práxis. Explico: Acho o naturalismo e o ateísmo existêncialista sartreano ou pessimista nitzcheniano coerente. Fecham a porta ao mistério, ao transcedente e a revelação (Bíblia) e imperam nas universidades (que Deus levante Kuyper's em nosso país, aliás já tem levantado numa universidade conhecida em SP). Mas os neo-liberais trazem esses conceitos e cosmovisões para dentro da Igreja e das catedras teológicas em detrimento da cosmovisão cristã na sua vertente clássica e histórica cuja hermenêutica afirma e aceita as Sagradas Escríturas. Por que não saem da igreja? Por que não se assumem como agnósticos, ateus, ou não formam um grupo a parte? Ai vem a incoerência da práxis e da ética. Querem ficar na Igreja porque são como parasitas que não crêem na fé da igreja mas querem o sustento e o prestígio perto dela.
Então nós (os 4 reformados) que mantemos uma fé confessional, estudamos no seminário principal de nossa denominação visando o pastorado e a edificação da Igreja do Senhor Jesus, que temos uma hermenêutica coerente com 2000 anos de história (ainda que nos acusem de ser atrasados por pensar como pensaram a 500 anos com Calvino, e sinceramente, ainda que tenhamos que fazer adaptações para o tempo e o espaço de hoje, quem dera que eu pensasse não só como Calvino, mas sim como Paulo a 2000 anos atrás e ter a minha mente cada vez mais cativa ao próprio Cristo, rsrsrsrs!) e confessamos uma fé coerente (ainda que pelo estado pecaminoso nem sempre, pelo menos eu, me porto como tal) sistematizada, fundamentada (opa, olha o fundamentalista ai gente!) temos de aturar peixes fora d'agua com esses tipos de comentários e hipocrisia, que gera desvio de conduta e revela o carater desonesto de tal aluno (ou de alunos)!!!!!!!! A crítica deve ser acadêmica, mas a falacia dos neo-liberais , pelo menos aonde estudo é a crítica impregnada de ideologia sem o caráter dialogal e reflexivo como eles mesmo advogam. Contradição! Triste realidade.
Pelo incrível que pareça , nesse mesmo dia ainda fui chacotado por um prof., e não reagi nem um momento (amados leitores que me conhecem pessoalmente, é verdade, não reagi, rs). Prefiri dobrar o joelho e pedir misericória deles e que Deus me sustente ao último ano numa escola teológica com prof.s liberais nas catedras.
Depois da aula, fui a parme comer pizza de calabresa com guarana Kuat em companhia de meu colega de turma Nagel, do blog "Lado B da minha mente", um dos calvinistas também (estava uma delícia, oregano, azeite, catchup, hum.....) e ele refletia sobre a incoerência dos neo-liberais em sua hermenêutica. Eles fazem uma leitura bíblica reader response cujo sentido do texto sagrado está no leitor (com todos os seus paradgimas) e não no autor como defende o método gramático-histórico. Os neo-liberais também re-interpretam as doutrinas centrais da fé cristã, dando a elas um significado outro, que não seu original, por exemplo, dizer que a ressurreição de Cristo foi apenas na tradição dos discípulos e da igreja primitiva e não aconteceu no tempo e no espaço e é indiferente para fé. Fé em que afinal? No vazio? Fé na fé? Perceberam a falacia e a incoerência hermenêutica? Se Cristo não ressucitou não é vã a nossa fé?
Então! Os liberais clássicos expõe suas convicções com clareza (pois rompem com tudo) e sofrem consequências com isso, mas os neo-liberais são diferentes, querem re-interpretar e dar um novo significado a partir de paradigmas da pós-modernidade com todo relativismo e subjetivismo a fim de anular qualquer conceito absoluto de verdade. Para eles teologia é escrita a lápis (frase que escuto toda hora no seminário). Mas são incoerentes na sua teologia e práxis. Explico: Acho o naturalismo e o ateísmo existêncialista sartreano ou pessimista nitzcheniano coerente. Fecham a porta ao mistério, ao transcedente e a revelação (Bíblia) e imperam nas universidades (que Deus levante Kuyper's em nosso país, aliás já tem levantado numa universidade conhecida em SP). Mas os neo-liberais trazem esses conceitos e cosmovisões para dentro da Igreja e das catedras teológicas em detrimento da cosmovisão cristã na sua vertente clássica e histórica cuja hermenêutica afirma e aceita as Sagradas Escríturas. Por que não saem da igreja? Por que não se assumem como agnósticos, ateus, ou não formam um grupo a parte? Ai vem a incoerência da práxis e da ética. Querem ficar na Igreja porque são como parasitas que não crêem na fé da igreja mas querem o sustento e o prestígio perto dela.
Então nós (os 4 reformados) que mantemos uma fé confessional, estudamos no seminário principal de nossa denominação visando o pastorado e a edificação da Igreja do Senhor Jesus, que temos uma hermenêutica coerente com 2000 anos de história (ainda que nos acusem de ser atrasados por pensar como pensaram a 500 anos com Calvino, e sinceramente, ainda que tenhamos que fazer adaptações para o tempo e o espaço de hoje, quem dera que eu pensasse não só como Calvino, mas sim como Paulo a 2000 anos atrás e ter a minha mente cada vez mais cativa ao próprio Cristo, rsrsrsrs!) e confessamos uma fé coerente (ainda que pelo estado pecaminoso nem sempre, pelo menos eu, me porto como tal) sistematizada, fundamentada (opa, olha o fundamentalista ai gente!) temos de aturar peixes fora d'agua com esses tipos de comentários e hipocrisia, que gera desvio de conduta e revela o carater desonesto de tal aluno (ou de alunos)!!!!!!!! A crítica deve ser acadêmica, mas a falacia dos neo-liberais , pelo menos aonde estudo é a crítica impregnada de ideologia sem o caráter dialogal e reflexivo como eles mesmo advogam. Contradição! Triste realidade.
Pelo incrível que pareça , nesse mesmo dia ainda fui chacotado por um prof., e não reagi nem um momento (amados leitores que me conhecem pessoalmente, é verdade, não reagi, rs). Prefiri dobrar o joelho e pedir misericória deles e que Deus me sustente ao último ano numa escola teológica com prof.s liberais nas catedras.
"Que Deus me ajude, amém!" (Palavras finais de Lutero na dieta de Worm)

